Mostrando postagens com marcador Espaço Poético. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Espaço Poético. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Espaço Poético

To Build A Home


The Cinematic Orchestra

There is a house built out of stone
Wooden floors, walls and window sills
Tables and chairs worn by all of the dust
This is a place where I don't feel alone
This is a place where I feel at home
Cause, I built a home
For you
For me
Until it disappeared
From me
From you
And now, it's time to leave and turn to dust
Out in the garden where we planted the seeds
There is a tree as old as me
Branches were sewn by the color of green
Ground had arose and passed it's knees
By the cracks of the skin I climbed to the top
I climbed the tree to see the world
When the gusts came around to blow me down
I held on as tightly as you held onto me
I held on as tightly as you held onto me
Cause, I built a home
For you
For me
Until it disappeared
From me
From you
And now, it's time to leave and turn to dust

sábado, 30 de agosto de 2014

Espaço Poético

As vezes é preciso olhar para o lado
E perceber o que há ao nosso redor
Outras não se pode perceber si mesmo
Mas onde esta o manual da vida?

Porque arriscar se torna tão difícil?
Tem horas que viver não é nada além disso
Busque emoções que fazem seu coração bater
Tente fazer aquilo que lhe traz vida

Já ouvi dizer que a vida é muito curta
Você tem menos tempo ainda para ser feliz
Então porque não viver as melhores chances?
E levar consigo uma vida plena

Jairo Pessoa


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Espaço Poético

Como dizia o poeta 
Quem já passou por essa vida e não viveu 
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu 
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu 
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não 
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão 
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir 
Eu francamente já não quero nem saber 
De quem não vai porque tem medo de sofrer 
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão 
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não

Vinicius de Moraes e Toquinho

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Espaço Poético

Ao Amor Antigo 
O amor antigo vive de si mesmo, 
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.

O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.

Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
a antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.

Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.

Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Espaço Poético

"Há um prazer nas florestas desconhecidas;
Um entusiasmo na costa solitária;
Uma sociedade onde ninguém penetra;
Pelo mar profundo e música em seu rugir;
Amo não menos o homem, mas mais a natureza..."
Lord Byron

sábado, 30 de março de 2013

Espaço Poético


“Meu pai não bebia, não fumava e morreu cedo. Não roubava e morreu pobre. Tirava o que tinha para dar para os outros e teve poucas pessoas para carregar seu caixão. Depois que ele morreu, nenhum parente perguntou se seu filho precisava ou não de algo. Ou seja, em vida meu pai me ensinou a ser a melhor pessoa que eu conseguir. Em morte, me ensinou a não esperar nada em troca por isso.”


Danilo Gentili

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Espaço Poético

Lembranças deixadas

Venho aqui fazer das minhas palavras a voz do meu coração
Sem nem titubear dizer que sinto toda aquela emoção
De um regresso há muito tempo esperado
Pois o filho prodigo sempre à casa retorna

Rever ou encontrar no sentido de lembra dos tempo de outrora
Não lamento ter perdido algumas coisas pois ganhei muitas
Mas a vida só é justa com quem é justo com ela
Quero deixar a mangueira que cultivei na infância 
Para que cada fruto venha junto com a minha lembrança

Assim a vida é sempre foi e amanhã será
Acredito que deixarei muito o que falar de mim
Posto que nenhuma vida é esquecida nas memórias
Todas vez que são pulsadas pelo coração de quem as guarda.

Autor: Jairo Pessoa

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Espaço Poético

Quantas vezes vou renascer até que tu passe por mim outra vez?
Onde terei de caminhar para que possa te encontrar?
Como estarei quando puder ver o teu olhar?
Vou viver para saber todas as respostas . . .

Jairo Pessoa

domingo, 5 de agosto de 2012

Espaço Poético

Espaços vazios


Sempre existem coisas que podemos dizer
Lugares onde podemos visitar
Corações que estão ou serão conquistados
Mas quando as palavras fogem
os lugares fica distantes
e os corações já não batem
Sempre tem um lugar vazio
Só basta você querer preenche-lo

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Espaço Poético


Gostava muito mais do caminho que da chegada ao destino em si. Não que não quisesse descer do carro nunca, viajando eternamente por uma estrada sem fim; primeiro porque sabia que tudo na vida, de uma forma ou de outra, terminava acabando; segundo porque palavras como "infinito" e semelhantes, a aterrorizavam.
Ela gostava mesmo era de ficar sozinha, absorta em seus pensamentos, vendo a paisagem mudar diante seus olhos enquanto ouvia suas músicas favoritas. Não via a hora em que pudesse finalmente pegar no volante e fugir pra bem longe de si mesma.

Beatriz Mandelli Martins

Via pessoas em todos os lugares debaixo de carros estacionados, encostadas nas paredes dos becos durante as noites frias, ou esperando para atravessar a rua nos dias ensolarados de primavera. 
Mas as via apenas uma vez, pois ao olhar uma segunda, já não estavam mais presentes. 
Então preferia não tentar ver seus rostos. Elas passavam pelas janelas apressadas do carro enquanto ela as ignorava pacientemente

Beatriz Mandelli Martins

Estes poemas são de autoria Beatriz Mandelli Martins cedidos gentilmente para o blog.

domingo, 15 de abril de 2012

Espaço Poético


SAUDADE.Por que sinto falta de você? Por que está saudade?Eu não te vejo mas imagino suas expressões, sua voz teu cheiro.Sua amizade me faz sonhar com um carinho,Um caminhar, a luz da lua, a beira mar.Saudade este sentimento de vazio que me tira o sono me fazendo sentir num triste abandono, é amizade eu sei, será amor talvez...Só não quero perder sua amizade, esta amizade... Que me fortale
Machado de assis

Este poema foi indicado por Vanuza de Oliveira
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...